A Eneida
O Autor
Virgílio é
tradicionalmente considerado um dos maiores poetas de Roma, e expoente da
literatura latina. A sua obra mais conhecida, a Eneida, é considerada o épico
nacional da antiga Roma
Personagens
Humanos:
Anquises, pai de Eneias
Ascânio, filho de Eneias e
de Creusa.
Creúsa (filha de Príamo),
esposa de Eneias.
Eneias, troiano,
sobrevivente à guerra de Troia
Deuses:
Apolo, deus do Sol
Éolo, deus dos ventos
Juno, mulher de Júpiter,
opositor de Eneias
Júpiter, o rei dos deuses
Mercúrio, o deus mensageiro
Neptuno , deus dos mares
Vénus, deusa do amor e da
beleza, coadjuvante de Eneias
Tempo da diegese
O tempo da diegese, ou
seja, dos acontecimentos narrados, ocorre imediatamente após a queda da cidade
de troia, portanto a Eneida dá continuidade à ilíada de Homero. Se a Odisseia
narra as aventuras de um grego, de Ulisses (ou Odisseu), que tenta voltar para
a sua casa e para a sua família, a Eneida narra as aventuras de um troiano que,
depois da destruição de Troia, foge com a sua família. A sua fuga dá-se por
mar. Eneias procura um sítio para fundar uma nova cidade.
Resumo
I - Eneias naufraga ao
largo de Cartago.
Depois
de partir da Sicília, Eneias é arrastado por uma tempestade que o faz
naufragar. Eneias observa a cidade. Ele que vem de Troia que fora totalmente
arrasada e que tem por missão fundar uma nova cidade. É recebido por Dido,
rainha de Cartago. Comove-se ao ver os afrescos nas paredes que narram a guerra
de Troia. Dido começa a apaixonar-se por Eneias.
II- Eneias narra a Dido o
último dia de Troia
Dido
solicita a Eneias que lhe relate a queda da lendária cidade de Troia. Ele conta
o célebre episódio do Cavalo de Troia. E conta como se deu a batalha durante a
noite. Como o incêndio começou a devorar a cidade. No desespero Eneias decide
lutar até morrer. Vênus, sua mãe, aparece e lhe diz: "vai procurar o teu pai,
a tua mulher e teu filho e abandona a cidade". Eneias consegue fugir com o
seu pai às cavalitas e com o seu filho pela mão.
III- Eneias narra a Dido
as suas viagens rumo à Itália
Eneias continua a contar a
Dido as suas peripécias para chegar à península Itálica, até aportar em Cartago
temporária e acidentalmente. Conta a sua escala na Trácia e em Creta. A chegada
a Épiro e à Sicília. Conta também seu encontro com Andrômaca (viúva de Heitor)
e como faleceu o seu pai Anquises.
IV- Os amores de Dido e
seu fim trágico
A rainha Dido, segundo a
Eneida de Virgílio, após ouvir a narração do fim de Troia e das viagens e
peripécias de Eneias, influenciada por Vênus, deusa do amor e mãe de Eneias,
vê-se completamente apaixonada pelo herói. Ela convida os troianos (Eneias e
seus companheiros) para uma caçada. No meio de uma tempestade, abrigados em uma
caverna, Dido e Eneias se amam. Entretanto Júpiter envia Mercúrio a Eneias para
lhe lembrar que seu destino é encontrar o Lácio e fundar uma nova cidade que
substitua a cidade de Troia destruída e que governe as demais cidades do mundo.
Eneias tenta sair de Cartago sem que Dido se aperceba.
V- Os jogos fúnebres
Eneias
aporta à Sicília e decide realizar jogos fúnebres em honra de seu pai Anquises.
Já se passou um ano desde que este morreu.
VI- Descida de Eneias ao
Mundo dos Mortos
Este é um
dos episódios mais famosos da Eneida. Depois de Eneias ter partido da Sicília
fez escala em Cumas. Nesse local consulta uma sacerdotisa (uma sibila - Antes o
termo era empregado como nome próprio e com o tempo passou a ser usado como
comum para todas aquelas que servissem a um deus) de Apolo. Ele tem um desejo
intenso (em sonhos seu pai o havia conclamado a fazê-lo) de falar uma última
vez com seu pai para lhe pedir conselho sobre a viagem. Obtém permissão de
descer ao mundo dos mortos.
A Odisseia
Esta obra foi criada por Homero provavelmente nos finais do séc. VIII. Odisseia
é, na verdade, a sequência de um outro poema igualmente conhecido de Homero
chamado ilíada. Ambos foram escritos no séc. VIII a.C.
Nesta obra o herói principal é Ulisses, mas há muitas obras outras personagens
que também são importantes, tais como Penélope (mulher de Ulisses), Telêmaco
(filho), Argos (cão) e Laertes (pai de Ulisses).
Homero foi um poeta da Grécia antiga que nasceu e viveu no séc. VIII a.C. Nasceu a 928 a.C. e morreu a 898 a.C. A vida de Homero mistura lenda e realidade. De acordo com os estudos, Homero era cego e pode ter nascido em vários locais da Grécia antiga: Elmira, Cólofon, Atenas, Quios, Rodas, Argos Ítaca e Salamina. De acordo com as pesquisas atuais, caso ele tenha existido, é provável que tenha nascido e vivido na zona colonial jônica na Ásia Menor.
Esta conclusão é tirada a partir das características linguísticas das suas obras e as tradições abordadas que são típicas da região jônica.
A
obra é constituída por 24 contos que narram a viagem de regresso do herói grego
Ulisses (Odisseu-grego/Ulysses-latim) da guerra de troia. São 10 anos de
aventuras até chegar à ilha de Ítaca, onde era reiHomero foi um poeta da Grécia antiga que nasceu e viveu no séc. VIII a.C. Nasceu a 928 a.C. e morreu a 898 a.C. A vida de Homero mistura lenda e realidade. De acordo com os estudos, Homero era cego e pode ter nascido em vários locais da Grécia antiga: Elmira, Cólofon, Atenas, Quios, Rodas, Argos Ítaca e Salamina. De acordo com as pesquisas atuais, caso ele tenha existido, é provável que tenha nascido e vivido na zona colonial jônica na Ásia Menor.
Esta conclusão é tirada a partir das características linguísticas das suas obras e as tradições abordadas que são típicas da região jônica.
A Odisseia tem duas linhas narrativas principais e três partes. Na primeira linha, são narrados os problemas de Penélope e Telêmaco em Ítaca e é descrita a busca de Telêmaco pelo pai desaparecido ("telemaquia"). Na segunda linha, são descritas as aventuras de Odisseu em sua volta para casa, muitas vezes contadas por ele mesmo. A primeira parte é constituída pela busca de Telêmaco; a segunda, pela errância de Odisseu durante o retorno. As duas linhas narrativas confluem e se misturam na terceira parte, em que Odisseu e Telêmaco se encontram em Ítaca e conseguem se livrar dos pretendentes
Na primeira parte da Odisseia, (livros I-IV), os protagonistas são Telêmaco e Penélope; na segunda (livros V-XIII),Odisseu; na terceira (livros XIV-XXIV), Odisseu e Telêmaco.
Resumo
Eis uma visão panorâmica da sequência de episódios, de acordo com o agrupamento dos versos em "livros":
I-IV - Invocação, assembleia dos deuses e telemaquia*
V-VIII - Odisseu na ilha de
Calipso**IX-XIII - Aventuras de Odisseu após a guerra de Troia
XIII-XIV - Odisseu volta para Ítaca
XV-XVII - Pai e filho encontram-se (Odisseu e Laerte)
XVIII-XXII - O fim dos pretendentes
XXIII - Odisseu e Penélope
XXIV - Odisseu e Laerte. Paz em Ítaca
*Telemaquia - A
Telemaquia é o nome empregado ao conjunto de quatro cantos da Odisseia, de
Homero, sobre as viagens de Telêmaco, filho de Odisseu à procura de novas
notícias do pai, sendo auxiliado pela deusa Palas Atena, desde Ítaca até sua
partida a Pilos e, em seguida a Esparta.
Vejam este documentário para saber mais sobre
Odisseu (Ulisses) e a sua viagem.
A Ilíada
A Ilíada é um poema épico grego
que narra os acontecimentos ocorridos no período de pouco mais de 50 dias
durante o décimo e último ano da Guerra de Troia e cuja génese radica na
cólera, de Aquiles.
A obra tem o título
derivada de um outro grego para Troia, seu nome era Ílion
As obras Ilíada e a
Odisseia foram atribuídas a Homero, que se julga ter vivido por voltas do séc..
VIII a.C. na Jônia* e que constituem os mais antigos documentos
literários gregos
*lugar que hoje é uma região na Turquia
Esta obra
foi publicada em 1812, seu autor foi Homero.
Idioma
original é língua grega antiga, e sua personagens foram:
- Áquilos
- Heitor
- Agamémnon
- Helena
- Páris
- Atena
- etc...
Gênero de
escrita é poesia épica, poesia.
Visão Geral---
A Ilíada
é constituída por 15.693 versos em hexâmetro dactílico, que é a forma
tradicional da poesia épica grega, e foi elaborada num dialeto literário
artificial do grego antigo que nunca foi de fato falado, composto de elementos
de outros dialetos.
A guerra
de Troia
Por volta
de 1200 a.C. os gregos antigos acreditavam que a guerra de Troia era um facto
histórico, mas alguns estudiosos atuais têm dúvidas sobre a sua ocorrência.
A Guerra
de Troia deu-se quando os aqueus atacaram a cidade de Troia, buscando vingar o
rapto de Helena, esposo do rei de Esparta, Menelau, irmão de Agamémnon. Os
aqueus eram os povos que hoje conhecemos como gregos, que compartilhavam uma
cultura e língua comuns, mas na época se definiam como vários reinos, e não
como um povo uno.
Personagens principais
A Ilíada é um poema
extenso e possui uma grande quantidade de personagens da mitologia grega.
Homero assumia que seus ouvintes estavam familiarizados com esses mitos, o que
pode causar confusão ao leitor moderno.
Os Aqueus
Os gregos antigos não se
definiam como “gregos” ou “Helênicos”, denominação posterior, mas como
“aqueus”, compostos por diversos povos de diversos reinos que tinham uma língua
e cultura razoavelmente compartilhada. Os aqueus também são chamados de
“Dánaos” por Homero.
Aquiles: Príncipe de Ftia, líder dos mirmidões.
Agamêmnon: Rei de Micenas e comandante supremo dos aqueus,
sua atitude de tomar a escrava Briseis de Aquiles e Pátroclo.
Patróclo: Amigo de Aquiles. Foi morto por Heitor enquanto
fingia ser Aquiles.
Odisseu: (Ulisses): Rei de Ítaca, considerado o “astuto”.
Foi ele quem teve a ideia de fazer uma armadilha aos Troianos. É a personagem
principal de Odisseia.
Calcas: Poderoso vidente que guia os aqueus.
Ájax: É o mais forte e habilidoso dos guerreiros gregos
depois de Aquiles.
Ájax,
filho de Oileu: Liderou um destacamento
de lócridas durante a guerra na qual desempenhou um papel importante e foi um
dos guerreiros que esta dentro do cavalo de madeira.
Nestor: Um dos
guerreiros da Grécia.
Analises dos versos de Camões
Verso 6:
E vós, ó bem nascida
segurança
da lusitana antiga
liberdade
e não menos certíssima
esperança
de aumento da pequena
Cristandade;
vós, ó novo temor da Maura
lança,
maravilha fatal da nossa
idade,
dada ao Mundo por Deus,
que todo o mande,
para do Mundo a Deus dar
parte grande;
Analise:
O inicio do poema
começa por referir-se a D. Sebastião dizendo que nasceu com muita esperança da
população nele,, tratam-no por assombro da época, assombro pois os Mouros
tinham medo dele,
veio ao mundo por Deus, para ser um “chefe”, e fazer grandes feitos.
veio ao mundo por Deus, para ser um “chefe”, e fazer grandes feitos.
Verso 7:
Vós, tenro e novo ramo
florescente
de uma árvore de Cristo mais amada
que nenhuma nascida no Ocidente,
cesárea ou cristianíssima chamada
(vede-o no vosso escudo, que presente
vos amostra a vitória já passada,
na qual vos deu por armas e deixou
as que Ele para si na cruz tomou);
Analise:
Nascido em berço de ouro, da linhagem real mais querida de Deus, meio alemão meio francês.
Verso 8:
Vós, poderoso rei, cujo alto Império
o Sol, logo em nascendo, vê primeiro,
vê-o também no meio do hemisfério,
e quando desce o deixa derradeiro;
Vós, que esperamos jugo e vitupério
do torpe Ismaelita cavaleiro,
do Turco Oriental e do Gentio
que inda bebe o licor do Santo Rio;
Analise:
Camões falando a D. Sebastião dizendo que o seu império é o primeiro a ser visto pelo sol (nascer do sol), dizendo também que Portugal está no meio do hemisfério e que é também o ultimo a ser visto pelo sol (pôr do sol). Diz também que ele é o único que pode subjugar e humilhar os mouros, os turcos e os povos Hindus.
Verso 9:
Inclinai por um pouco a majestade
que nesse tenro gesto vos contemplo,
que já se mostra qual na inteira idade,
quando subindo ireis ao Eterno Templo.
Os olhos da real benignidade
ponde no chão: vereis um novo exemplo
de amor dos pátrios feitos valerosos,
em versos divulgado numerosos.
de uma árvore de Cristo mais amada
que nenhuma nascida no Ocidente,
cesárea ou cristianíssima chamada
(vede-o no vosso escudo, que presente
vos amostra a vitória já passada,
na qual vos deu por armas e deixou
as que Ele para si na cruz tomou);
Analise:
Nascido em berço de ouro, da linhagem real mais querida de Deus, meio alemão meio francês.
Verso 8:
Vós, poderoso rei, cujo alto Império
o Sol, logo em nascendo, vê primeiro,
vê-o também no meio do hemisfério,
e quando desce o deixa derradeiro;
Vós, que esperamos jugo e vitupério
do torpe Ismaelita cavaleiro,
do Turco Oriental e do Gentio
que inda bebe o licor do Santo Rio;
Analise:
Camões falando a D. Sebastião dizendo que o seu império é o primeiro a ser visto pelo sol (nascer do sol), dizendo também que Portugal está no meio do hemisfério e que é também o ultimo a ser visto pelo sol (pôr do sol). Diz também que ele é o único que pode subjugar e humilhar os mouros, os turcos e os povos Hindus.
Verso 9:
Inclinai por um pouco a majestade
que nesse tenro gesto vos contemplo,
que já se mostra qual na inteira idade,
quando subindo ireis ao Eterno Templo.
Os olhos da real benignidade
ponde no chão: vereis um novo exemplo
de amor dos pátrios feitos valerosos,
em versos divulgado numerosos.
Analise:
Camões inclina-se perante D. Sebastião contemplando o seu rosto quando está a morrer dizendo que irá para o céu. Também diz que quando morrer, irá ver o quanto os Portugueses o amavam pelos seus feitos numerosos.
Verso 10:
Vereis amor da pátria, não movido
de prémio vil, mas alto e quase eterno,
que não é prémio vil ser conhecido
por um pregão do ninho meu paterno.
Ouvi: vereis o nome engrandecido
daqueles de quem sois senhor superno,
e julgareis qual é mais excelente:
se ser do mundo rei, se de tal gente!
Analise:
Camões diz ao rei D. Sebastião que suas conquistas não foram vergonhosas e que não tem de ter vergonha dos seus grandes feitos. Camões ouve por alto de um pregão a referir-se ao rei , o senhor superno, qual escolha ele terá, rei do mundo ou rei de Portugal.
Verso 11:
Ouvi: que não vereis com vãs façanhas,
fantásticas, fingidas, mentirosas,
louvar os vossos, como nas estranhas
musas, de engrandecer-se desejosas;
as verdadeiras vossas são tamanhas,
que excedem as sonhadas, fabulosas,
que excedem Rodamonte e o vão Rugeiro,
e Orlando, inda que fora verdadeiro.
Analise:
Camões ouvi criticas de si mesmo que são muito boas, mas falsas histórias, que elogiam o seu povo, como se não fosse seu, gabar-se de desejos de grandes feitos que excedem sonhos fabulosos e grandes figuras como Rodamonte, Orlando e Rugeiro.
Verso 12:
Por estes vos darei um Nuno fero,
que fez ao rei e ao reino tal serviço,
um Egas e um Dom Fuas, que de Homero
a cítara para eles só cobiço;
pois pelos Doze Pares dar-vos quero
os Doze de Inglaterra e o seu Magriço;
dou-vos também aquele ilustre Gama
que para si de Eneias toma a fama.
Analise:
Verso 15:
E, enquanto eu estes canto e a vós não posso,
sublime rei, que não me atrevo a tanto,
tomai as rédeas vós do reino vosso:
dareis matéria a nunca ouvido canto!
Comecem a sentir o peso grosso
(que polo mundo todo faça espanto)
de exércitos e feitos singulares
de África as terras e do Oriente os mares.
Analise:
Verso 16:
Em vós os olhos tem o Mouro frio,
em quem vê seu exício afigurado;
só com vos ver, o bárbaro Gentio
mostra o pescoço ao jugo já inclinado;
Tétis todo o cerúleo senhorio
tem para vós por dote aparelhado que,
afeiçoada ao gesto belo e tenro,
deseja de comprar-vos para genro!
Analise:
Os Mouros aterrorizados, que vêm a sua ruina, o bárbaro Gio inclina a cabeça perante o machado, Tétis, deusa de todo o mar, gostava de os ter como genro.
Verso 18:
Mas, enquanto este tempo passa lento
de regerdes os povos, que o desejam,
dai vós favor ao novo atrevimento,
para que estes meus versos vossos sejam;
e vereis ir cortando o salso argento
os vossos argonautas, por que vejam
que são vistos de vós no mar irado,
e costumai-vos já a ser invocado.
Analise:
Mas enquanto não passa o tempo, de quem lhe quer bem, que estejam a favor da nova epopeia. Para que esta poesia seja do povo, cortando as ondas do mar, para que os navegantes seja vistos no mar irado.
Analise do poema "D. Sebastião Rei de Portugal" da mensagem de Fernando Pessoa
D.SEBASTIÃO REI DE PORTUGAL
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
Na 1º
parte diz que D. Sebastião era louco porque queria grandeza mas não conseguiu,
morreu no campo de Alcácer Quibir
mas apenas ficou lá o corpo porque a alma é eterna (nunca morre).
Na 2º parte diz que também que ele é louco mas que
podem ficar com a sua loucura e que sem a loucura (sem um sonho) o homem é
apenas mais um animal que vive e reproduz-se, mas destinado à morte.
Sem comentários:
Enviar um comentário